Record não pode tratar “Rei Davi” como “Chris” ou “Pica Pau”

Flávio Ricco. 

Em se tratando do veículo televisão, aumentar a média de audiência
diária e, em consequência, a mensal, é sempre muito importante.
Praticamente uma obrigação para quem comanda o “brinquedo”.

Os bons resultados podem ser vistos como sinônimos de fidelização do
público e acerto de grade, além de impulsionar o lado comercial. Simples
assim.
Porém, alguns cuidados precisam ser tomados para evitar os tradicionais tiros no pé.

“Rei Davi”, por exemplo, não pode ocupar a mesma estante do “Pica Pau”, “Chaves” ou “Todo Mundo Odeia o Chris”.
As suas reprises surpresas estão incomodando até mesmo os profissionais envolvidos na produção.

Os exageros são sempre sinais de descontrole e falta de critério da área de programação.
Isso pode comprometer inclusive os bons resultados da edição inédita. Afinal, tudo o que é demais enjoa.

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